Influenciadora robô tem 1,5 milhão de seguidores

A robô Lil Miquela está entre as celebridades das redes sociais. Ela é apenas um robô, mas tem 1,5 milhão de seguidores. Acredita? Ela chegou até a estrelar em outdoors de Londres ao Japão, como parte de uma campanha publicitária das botas Ugg. Ela é completamente falsa – uma personagem gerada em computador que nunca sentiu o desconforto de uma ressaca, de ficar em pé numa fila, nem teve que andar de salto como todas as mulheres.

A ideia foi criar uma super herói virtual para a empresa de botas – que teve a ideia de fugir do lugar comum das top models – solução mais barata e absolutamente original. Neste ano, a empresa arrecadou mais US$ 16 milhões (R$ 62,5 milhões) de companhias de capital para empreendimentos. Como a robô ganhou tanto destaque? Com o que sempre falamos: marketing de conteúdo – publicações diárias sobre dicas de beleza, videogames ou observações bem humoradas. Aos poucos foi caindo nas graças das mulheres e dos jovens.

Não é necessário criar um robô virtual. O necessário é fazer com que o seu conteúdo caia no gosto popular. Miquela nada tem de autêntico. Ela fala o que todo mundo fala, mas parece real e procura interação com seu público. Requisitos fundamentais para qualquer pessoa. Como os influenciadores humanos, Miquela posta fotos que a mostram em restaurantes como o Blue Hill, no subúrbio de Nova York. Os conteúdos são produzidos por quem? Não, não são super publicitários. São jornalistas, redatores. O simples sendo falado de forma simples, mas com a sofisticação que os que compram a bota precisam ter. São nossas dicas normais de sempre: conhecer o público e falar o que este público quer que você fale. Futilidades, por exemplo.

Por isso, invista no seu público. Essa é a forma mais barata e inteligente de crescer. O futuro é o Marketing de Conteúdo. Olhar para o futuro é enxergar o que poucos enxergam e sair na frente. Pense nisto!

– Por Luciana Pombo, via Ventura Comunicação & Marketing. Mais informações: (41) 99229-1359. Atendemos clientes de todo o Brasil

Quem quiser se dar bem em 2020 terá que reinventar o Marketing Político e Eleitoral

Quem não parou para pensar como será nosso futuro? Ou imaginou de que forma pretende implementar um marketing capaz de levar um candidato a uma eleição? Ou fazer ainda sua empresa ser conhecida?

Pois bem. O ano de 2018, como eu já previa há muito tempo e avisava aos empresários e políticos, foi tipicamente voltado para o Marketing Digital. Televisão, debates, propagandas, santinhos, material didático tornaram-se artigos de luxo e com pouco ou quase nada eficácia para a campanha eleitoral. Compra de voto, cesta básica? Não estão mais em voga, como há dez anos. Bom para o eleitor. Perigoso para os candidatos que terão que inovar e entrar cada vez mais de cabeça no cenário digital se não quiserem ficarem para trás.

Mas o que fazer para chamar a atenção com pouco dinheiro e ser visto nas redes sociais, gerar interesse no eleitor por propostas? Primeiro temos que apostar nas redes sociais de forma ampla: facebook, instagram, twitter e, principalmente, whatsapp. E ter respostas sempre para evitar as chamadas “Fake News”. E como fazer isso? Falando diretamente com aquele que precisa ser atingido: o eleitor. E agora? Nas redes, ora.

O político que quiser atingir sucesso terá que trabalhar o discurso, as ideias, as propostas antes e durante a campanha eleitoral. Uma coisa é fato: não se tem resultado tendo apenas a rede social ativa na véspera da campanha. Quem teve êxito fomentou as redes sociais durante no mínimo dois anos. Para 2020, os comícios digitais, lives e debates ao vivo serão a sensação. Nem pense que os showsmícios acabaram. A rede social te dá ampla possibilidade de fazer isso. E com os canais de estreias você poderá criar expectativa.

Outra lição que temos que fixar para 2020 é justamente entender que não se transpõe a campanha política offline (na rua) para o digital. Claro que precisamos ter metade do tempo nas ruas, conversando com a população, ouvindo suas queixas. Mas esse é o social da campanha, até para termos materiais para divulgarmos nas redes sociais. O segredo está no equilíbrio e ter um conteúdo específico para cada movimento. Um exemplo prático foi o resultado de Henrique Meirelles (MDB) – um candidato “analógico”, que não se adaptou a era digital e foi ultrapassado até mesmo pelo Cabo Daciolo (Avante) nas redes sociais e nas urnas.

Posicionamento da Marca – Primeira coisa a fazermos é analisar o foco principal do candidato, a imagem que ele quer passar e, principalmente, as propostas que ele tem. Se está pensando em 2020, precisa ter isso desenhado AGORA. Analisemos: Jair Bolsonaro (PSL) poderia não ter propostas consistentes, mas tinha um posicionamento claro, mesmo desagradando vários setores da sociedade. A estratégia dele era o ataque, dessa forma tinha que debater muito menos os posicionamentos. Já Fernando Haddad (PT) acabou crescendo não apenas pelo advento Lula, mas porque sabia dialogar com os diversos grupos sociais. Ele criou um perfil para cada público. No entanto, não tinha como decolar pela rejeição social ao partido que ele representava. Já Ciro Gomes (PDT) deixou seu discurso muito elitizado e discutiu muito com o setor jovem, deixando de lado o grande público que poderia ter invertido a preferência por Haddad e garantido um segundo turno.

Em outras palavras: em 2020 o candidato vitorioso deve usar a estratégia de ter clareza nas convicções, segmentar seu público e atacar as fraquezas do adversário. Não ele diretamente. Mas se for necessário, não deixar de fazer. A guerra passa a ser digital. Vencerá o mais eficaz na Arte da Guerra Digital! E me desculpem os que ficaram em tempos passados, mas vocês tendem ao fracasso!

Por Luciana Pombo, via Ventura Comunicação & Marketing. Mais informações: (41) 99229-1359. Atendemos clientes de todo o Brasil

Web tem sido reconhecida nos mais diferentes setores sociais, políticos e empresariais

A Internet é a mais eficiente mídia da atualidade. Ela pode não ser muito nova, mas ainda é a mais moderna maneira de fazer negócios. Divulgar um trabalho, comprar materiais e oferecer serviços pela web já é prática comum em diversos setores e as ferramentas online podem proporcionar condições especiais de competitividade para pequenas empresas, além de gerar oportunidades, atrair clientes e expor produtos. Exatamente por isto, é hora de pensar em investir e rapidamente em Marketing Digital.

Antes de falar em perfis, curtidas, seguidores e spam, é necessário que você entenda os benefícios de estar na rede mundial de computadores. De acordo com a jornalista Luciana Pombo, especialista em Marketing Digital, é importante que a pessoa entenda que as mídias serão o canal usado para posicionar seu nome ou negócio no mercado, se tornar conhecido. “O resultado, de uma forma simples, é tornar a empresa mais conhecida, melhorar o relacionamento com clientes atuais e aumentar as vendas. Se for político é se tornar conhecido e se mostrar agradável ao eleitor”, descreve Luciana Pombo.

Um dos serviços oferecidos pela rede é justamente o de suporte e gestão de marketing digital voltado especificamente aos seus clientes, de forma direcionada e personalizada – como faz a Ventura Comunicação & Marketing, instalada na Grande Curitiba. As plataformas são muitas e é preciso ter conhecimento para determinar quais são as mais adequadas à realidade do cliente e como elas podem ser usadas dentro do orçamento e disponibilidade de pessoas para manter site, blog ou redes sociais funcionando com conteúdo interessante e interação com clientes, revendas e interessados da área.

Algumas medidas simples precisam ser analisadas como criar um perfil para a empresa no Google+ e cadastrar a ferramenta Meu Local com informações de endereço, telefone, horário de funcionamento e fotos. Esses dados ajudam a empresa a aparecer bem colocada nas buscas do Google. Nas mídias sociais, o Facebook é a principal plataforma, pois permite interagir com clientes e seguidores, além de postar conteúdos variados de texto, imagens, vídeos e mais. O Instagram é outra mídia interessante, pois o acervo de fotos pode ser ótimo para quem quer conversar com o público de forma mais visual.  “Fazer marketing digital é bem mais barato do que marketing tradicional”, ponderou Luciana Pombo.

Pequenas empresas devem investir em Marketing Digital?

Sim, não apenas devem, como precisam investir em marketing digital. Isso poderá atingir bons resultados, alavancar vendas, aumentar a visibilidade da marca, criar identidade virtual, nutrir relacionamentos, dentre outras vantagens.

E como ter bons resultados? O que temos de mais valioso na relação empresa-cliente é a humanização. O segredo é ser o mais próximo possível do seu público, pois é necessário atrair pessoas, conquistá-las e oferecer experiências de valor. Se o seu público é jovem, precisa usar uma linguagem mais descontraída. Se o seu público é feminino, pode usar detalhes que as faça sentir-se belas, inteligentes, poderosas. Se o público é A ou B, abuso das informações. O público seleto prefere uma informação do que palavras jogadas ao vento (publicitárias)…

O primeiro passo é captar conteúdos relevantes com o seu negócio. Isso irá ajudar na segmentação do público e a entender melhor como ele se comporta. Use ferramentas de marketing para monitorar o comportamento do público, analisar, oferecer dados valiosos e ainda otimizar o tempo. Invista no simples – não precisa exageros, outdoors, megalomanias. Necessita apenas chegar até o seu público…

Manter um bom relacionamento com quem já é seu cliente é como nutrir uma amizade: conquiste a confiança aos poucos, mantenha contato e faça com que aquela pessoa esteja sempre por perto. Assim, você não cai no esquecimento. Usar a rede social uma vez por semana não adianta!…

Tenha um bom e-mail marketing, contato via redes sociais, lançamentos, produtos exclusivos, bônus. Por fim, não desista dos seus sonhos. No começo pode ser que os resultados demorem um pouco. Mas é exatamente aos poucos que você alcançará credibilidade e o retorno do seu cliente para novas compras é uma questão de tempo!…

Redes sociais são vitrines virtuais e importantes para divulgar marcas

Muitos ainda não apostam e a partir deste ano devem cair do cavalo. As redes sociais são sem dúvida a nova e melhor ferramenta de marketing do mercado brasileiro. Sejam sites, blogs, grupos de whatsapp, facebook, instagram e demais redes sociais, estes são canais de debates sociais e de formadores de opinião em todos os níveis, em todas as classes sociais.

Falta de tempo ou de dinheiro não são mais desculpas para o pequeno empresário não investir em redes sociais. Nem para o político sem dinheiro conseguir votos. Quem quer divulgar seu produto ou seu trabalho tem que entrar no mundo digital. “Em 2018, se o empresário ou o político não está no meio digital, tem que se preocupar e muito. Todo mundo hoje está de olho no celular, todo mundo está de olho na internet. A internet faz parte do dia a dia da maioria das pessoas, não só no Brasil, como no Mundo”, alertou a jornalista e especialista em mídias sociais, Luciana Pombo.

Ao contrário do que tentam vender os publicitários, a bola da vez continua sendo a informação. Além da credibilidade, ela traz motes para debates e propagação de informações em redes sociais. E enganam-se os que pensam que não poderão ter destaque: as redes sociais trazem destaque de pequena e grande monta para quem sabe fazer um bom marketing pessoal. Isso não significa que vai ter um milhão de amigos. Significa que vai ser respeitado por milhares de pessoas.

Pesquisa de mercado feita pelo SPC (Serviço de Proteção ao Crédito), mostrou que 92% dos eleitores e consumidores brasileiros usam o Facebook e 50% o Instagram. Alguns pontos importantes: atualizar o conteúdo com frequência dá credibilidade à marca; as fotos têm que ser caprichadas, para explorar todos os detalhes do produto ou das ações realizadas; captar e-mail ou celular dos clientes em potencial para mandar a eles conteúdo exclusivo; contar com apoio de influenciadores digitais para divulgar negócio